Histórias de Lisboa

Blogue de ficção erótica.

Pasteís de Belém

Posted by historiasdelisboa on June 4, 2007

Encontrámo-nos nos pasteís de Belém. Ela trazia um vestido com flores e umas sandálias brancas. Não trazia soutien. Foi directa ao assunto. Não queria ter nenhuma relação, mas tinha gostado muito de ter feito sexo comigo e gostava de voltar a fazer, mas talvez gostasse de fazer com outras pessoas também e que eu também podia fazer o que quisesse.

Ela dizer que me queria, ela com o vestido branco de flores verdes, sem soutien, deu-me tesão. Só queria era ir fodê-la naquele momento. Falámos ainda mais um bocado, mas já tinha na boca o sabor da cona dela que esperava voltar a ter rapidamente.

Comido o pastel, bebida a bica, pagámos. Sem discutir mais pormenores sobre o que se iria, mas falando numas obras que andavam para ali a fazer e de como isso dava cabo do trânsito, dirigimo-nos para o carro dela. Conduziu-nos até a casa. Quando ela abriu a porta de casa, a conversa, trazida desde o carro, centrava-se no presidente do Benfica. Estes foram os nosso preliminares, porque, mal a porta fechou, calamo-nos.

As mamas da Margarida chamavam-me de dentro do vestido dela. Sem dizer nada, passei os dedos ao de leve por cima dos mamilos dela. Passei depois aos mãos pelo corpo dela. Primeiro, pela barriga, depois pelas costas, chegando ao rabo. Agarrei-a e puxei para mim, encostando a mim. Senti as mamas que se esmagavam contra mim e ela sentia o meu tesão que quase que já não me cabia nas calças.

Puxei o vestido dela para cima até expôr um par de cuecas brancas. Senti uma vontade irrestível de lhe lamber a cona e ajoelhei-me em frente a ela, com a cara em frente às cuecas, as mãos ainda segurando o vestido atrás das costas dela.

Aproximei a cara até a cheirar e dei-lhe um beijo grande por cima das cuecas. Fui dando beijos e a puxar as cuequitas com a boca. Com os dedos, baixei-lhe finalmente as cuecas para ver uma cona já molhada que lambi para conseguir o que queria desde há uma hora, o sabor dela na boca.

Cuequinha da Margarida

A cuequinha da Margarida

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Regresso a Casa

Posted by historiasdelisboa on May 29, 2007

A Margarida levantou-se, deu-me um beijo na cara e disse-me “vou tomar um duche, fica à vontade.”

Bebi um pouco de chá, agora já sem a angústia social de há pouco. Como se a casa fosse minha, olhei para as prateleiras, as capas dos livros (alguns livros de arte da Taschen, um ou outro romance grande público, o Nobel da Literatura do ano passado, um Lobo Antunes), os discos (um lado punk rock que me espantou, uns Sonic Youth, e a evolução para um certo easy listening moderno e foi desta categoria que tirei o zero-7 para pôr a tocar).

A música invadiu a sala e havia beleza no mundo. O preservativo, feito num nó e lançado para o chão, testemunhava a relação sexual que eu ainda sentia na pele.

Quando a Margarida voltou, estava vestida, de cabelo molhado e, perguntou-me “precisas de boleia para casa.” Ainda agora nos tinhamos conhecido e já me estava a pôr na rua. Fiz um esforço para esconder a pancada (que escondia tanto dela como de mim mesmo, na altura ainda estava a fingir que era capaz de fazer o papel de macho latino que só seria capaz de fazer meses mais tarde) e aceitei a boleia.

Vesti-me e saímos. “Ondes moras?” Na altura, morava num apartamento que os meus pais tinham em Queluz. Por um acordo em que eu “tomava conta do apartamento,” eu tinha um sítio para morar sem pagar renda. “Queluz,” respondi, hesitante. Ainda não tinha a quase vergonha que viria a sentir dos meus arranjos de habitação, mas acho que já sentia que não era o melhor. Aqui estava uma mulher que vivia numa casa com vista para o rio (ainda que só um bocadinho de rio) no centro da cidade, com o sol que entrava bonito ao fim da tarde e eu morava nos subúrbios, num apartamento de alcatifa castanha e mobila anos setenta que pertencia aos meus pais.

Deixou-me em casa. Ela foi-se embora e o silêncio da minha casa era ensurdecedor. Acabei a ver televisão até altas horas da noite e a beber as cinco ou seis garrafas de Sagres que tinha no frigorífico.

No Domingo, a Margarida ligou-me. Queria falar-me.

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Luz de Fim de Tarde

Posted by historiasdelisboa on May 27, 2007

A Margarida abriu uma pequena gaveta e tirou um preservativo. Sem cerimónias, abriu o pacotinho, e pô-la na minha pila. Deixou ficar a mão durante alguns segundos, a sentir a minha erecção. Eu estava muito duro.

Pus-me por cima dela, na posição do missionário. Com as mãos, procurei a cona dela entre as pernas abertas e encontrei-a quente e molhada. A minha pila entrou sem esforço. Ela estava relaxada, satisfeita, abraçava-me com mais carinho do que vontade.

Comecei com movimentos lentos, mas fui perdendo as inibições, deixando-me dominar pelo impulso de a foder e a vontade de me vir. Agarrei uma mama com a mão. A Margarida tem mamas que enchem uma mão toda e comecei a fodê-la mais depressa. Ela respirava mais fundo, o prazer a abrir-lhe a boca. Disse-me “vem-te, vem-te.” Beijei-a e tive um orgasmo. Ejaculei dentro da cona da Margarida.

Caí em câmara lenta para cima dela. Assim ficámos alguns momentos. Dois amantes suados numa casa que o Sol começava a brindar com a mais bonita luz de fim-de-tarde.

Levantei-me para beber chá. Olhei para trás. A Margarida levantara a cabeça e olhava-me, linda e nua.

Margarida no Sofá

Margarida no Sofá

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Vingança

Posted by historiasdelisboa on May 21, 2007

Eu estava a ficar excitado outra vez com a conversa. Ela olhou para a minha pila, a meia-haste e calou-se. Sorriu-me.

Novamente, foi ela quem deu o primeiro passou. Levantou-se e aproximou-se de mim. Eu estava sentado, ela de pé. Suficientemente próximos para os pelos dela me tocarem a cara. Ela desceu, esfregando-se levemente em mim e sentou-se, virada para mim, nos meus joelhos. Esmagou o meu pau duro entre o clitóris dela e a minha barriga. Beijámo-nos. Ela agarrava-me a cabeça, eu segurava-a, nas costas e no rabo.

Ela inclinou-se para trás, deixou-me chupar-lhe os mamilos tesos. Ela ofegava. Se antes tinha sido ela a mastubar-me, agora queria ser eu a fazê-la vir-se. Não só como recompensa para ela, mas por uma questão de amor-próprio. Um homem não pode deixar-se foder assim, tinha de conseguir recuperar a iniciativa. Não queria que ela saísse dali a pensar que eu não valia a pena e ela era uma mulher que tinha visto muitos homens.

Deitei-a no sofá e aproximei-me por cima dela. A cabeça do meu caralho teso brilhou ao Sol e deu-me confiança. A Margarida chamava-me com os olhos, queria-me. Beijei-a, lambi-a no pescoço, beijei-lhe os seios, mordisquei os mamilos e fui descendo. As mãos percorriam-lhe o corpo.

Afastei-lhe as pernas. Agora, os meus dedos passavam suave na pele macia dos lábios da cona dela. Ela gemia. Fiz festinhas, arranhei um bocadinho, parei. Lambi um dedo e toquei-lhe no clitóris, brincava com ela.

Pus a cabeça entre as pernas dela e passei a língua de baixo para cima. Ela estremeceu. Chupei o clitóris enquanto um dedo ia entrando devagarinho. Fugia e andava à roda e voltava a entrar. Depois outro dedo. Parei de a lamber, para respirar, mas logo ela me voltou a empurrar para entre as pernas. Estava no bom caminho, ela gemia.

Lambi-a toda, as minhas mãos escorriam da minha saliva e do sumo dela. Os dedos simulavam um caralho que entra e que sai. Agora fodia-a sem desculpas nem subtilezas. Ela veio-se. Recolheu-se e puxou-me para cima. Agora obedeci, satisfeito também.

Cona da Margarida

A cona da Margarida

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Gostas de Sexo?

Posted by historiasdelisboa on May 20, 2007

“Gostas de sexo?” Começou com esta pergunta inesperada. Quase que fora de contexto, feita por uma rapariga fantástica (ainda hoje assim o penso) que eu nem conhecia.

Todas as histórias eróticas são histórias de iniciação e a minha não é diferente. A minha iniciação começou há quase um ano, com esta pergunta da Margarida, com uma punheta e uma nesga de rio. Na altura, respondi que sim, como qualquer homem responderá sempre que sim, que gosta de sexo. “Sexo é bom e eu gosto.”

Hoje vejo que nem percebi a pergunta porque não sabia nada de sexo. Não era virgem, mas só conhecia a superfície.

Ela entrou, nua com o bule, e isso doeu-me. Senti-me só. Queria dizer-lhe: vem, senta-te ao meu lado e abraça-me. Doía-me a solidão e doía-me o orgulho macho que dizia que era eu quem devia estar no papel dela e era ela quem devia sentir a minha falta. Não disse nada.

Ela pousou o bule na mesa de chá no centro da sala. Eu endireitei-me parcialmente. “Chá verde” disse e abriu um pequeno móvel de onde tirou duas chávenas. O bule era moderno, de linhas direitas, mas as chávenas eram mais antigas, anos setenta.

Baixou-se para pousar as chávenas na mesa, dobrando-se para a frente, mostrando-me o rabo nu e a cona. Estava tão perto de mim que me chegou o doce cheiro de mulher nua. Entesei um bocadinho e hesitei em tocar-lhe. Oportunidade perdida, porque pousadas as chávenas, ela se afastou. Sentou-se numa almofada, frente a mim, serviu-nos chá e perguntou-me se estava tudo bem.

“Sim” pausa “costumas fazer isto?” pausa “trazer homens que mal conheces para casa e …” embaraço. Tinha tentado perguntar de forma relaxada, mas nas pausas ouvia-se o pai que culpa a filha por dormir com o namorado. Calei-me.

Chateada (ou seria o meu embaraço que assim o entendeu?), ela respondeu que sim, que já tinha tido muitos homens, que gostava de sexo, mas não queria ter relações. Que isso é complicado, que talvez viesse a casar, mas que ainda não era altura. Foi-se tornando menos chateada, mais maternal quando me explicava que o prazer era uma coisa bonita em si mesma, e depois até alegremente me contou a primeira vez que tinha feito sexo anal e não tinha gostado, mas agora gostava muito. Esta grande filósofa não era dada a grandes frases e muito menos a teoria.

O Rabo da Margarida

O rabo e a linda cona da Margarida.

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Margarida

Posted by historiasdelisboa on May 18, 2007

O Pedro e eu discutiamos sobre tudo e sobre nada. Sábado à tarde, uma esplanada em Lisboa, sobre o rio. Uma imperial, uns cigarros, um amigo, um dia quente no miradouro.

A Margarida era amiga do Pedro (antiga colega da escola ou do trabalho, ou de outra coisa qualquer). Apareceu, ali, com um vestido azul, largo. Era o início do Verão e todas as mulheres são bonitas no início do Verão. Ia a passar, tinha ido comprar um caderno, mas a loja não tinha os cadernos certos. Sentou-se. Tinhas curvas, a Margarida, e uma mamas cheias. Não trazia soutien, reparei logo nisso.

Discutimos, agora a três, sobre carros. Hoje preferia contar que tinhamos falado doe arte moderna, da vida, que a Margarida tinha sido profunda, mas só me lembro que ela gostava da Renault.

O Pedro recebeu um telefonema da mulher, falou, levantou-se, despediu-se, tinha que ter com ela e ir comprar fiambre; mas que era óptimo termos encontrado a Margarida porque assim deixava-nos aos dois a falar.

A dois, a conversa tornou-se entrecortada. Momentos de silêncio. De repente, o Punto até podia ser um melhor carro que um carocha dos novos, que eu não me importava (momentos antes, o tema dos carros tinha parecido importante).

“Vamos passear,” disse-me ela. À falta de melhor ideia, concordei. Fomos andando, descemos a Rua Garrett, e as coisas foram-se tornando mais leves. Falámos. Ela era de Lisboa, nasceu ali, ali vivia. Trabalhava em publicidade. Sem me aperceber, ela tinha-me levado até ao carro dela.

“Queres ir tomar chá?” Fomos tomar chá, a casa dela.

A casa dela era uma casa IKEA, algures entre a Graça e Santa Apolónia. Um segundo andar num prédio velhinho. Da sala, via-se uma nesga de rio. O vento entrava pela casa adentro, como numa casa de praia.

Sentei-me numa cadeira, mas ela apontou-me um sofá. Era ela quem mandava. Era ela quem falava. Eu sentia-me diminuido face a esta mulher que me tinha trazido para casa dela depois de me ter conhecido durante menos de uma hora. Assim, sentei-me no sofá.

“Gostas de sexo?” perguntou-me. A voz falhou-me, respondi baixinho que sim. Não pareceu muito convencida, mas disse-me que “ainda bem.” Aproximou-se. Eu estava sentado direito, ela sentou-se, joelhos no sofá, virada para mim, ao meu lado. As mamas, bem feitas, estavam à altura da minha cara.

O meu coração batia acelarado. Nervoso. Mal conhecia esta rapariga e ela queria comer-me. Ela despiu-me, primeiro tirou-me a t-shirt encarnada e depois, desapertou-me a bergilha das calças. Eu não sabia o que fazer, nem o que dizer. Queria sair dali. Eu só queria tomar chá (claro que já lhe tinha admirado o corpo, reparado no rabo, na cor das cuecas à transparência do vestido ao sol: verde-claro, já me tinha aproximado para cheirar o perfumado dos cabelos; mas não estava à espera disto). Por outro lado, queria muito fodê-la. Há tempos que não tinha uma mulher e estava farto de pornografia.

Com a mão esquerda, ela procurou a minha pila. Com o nervoso, parecia que o membro estava indeciso entre o tesão e o recolhimento. Ela perguntou-me se eu estava nervoso. “Um bocadinho,” menti, dizendo a verdade na frouxidão da voz. Ela aproximou-me mais e beijou-me. A minha pila endureceu-lhe na mão. Beijámo-nos um bocado, enquanto a mão dela me fazia festas no membro. Eu estava agora duríssimo quando ela se afastou e me deixou mexer-lhe nas mamas. Como eram boas, grandes, cheias. Ela suspirou, ao de leve.

A Margarida levantou-se, fez-me deitar no sofá (era ela quem continuava a mandar na situação). Puxou-me as calças para baixo e despiu-me completamente. Ela continuava vestida, com o seu vestido azul e sandálias. Sentou-se no chão à altura da minha virilha e pegou-me na pila com a mão direita e passou-me uma lambidela no caralho. A outra mão fazia-me cocegas nos tomates enquanto ela me masturbava.

Eu não sabia o que fazer, portanto deixei-me ficar, deitado para trás. O meu nervoso não passara. A excitação sexual apenas se juntou a ele. Quando ela me lambeu outra vez a pila, numa pequena pausa antes de continuar a masturbar-me, levantei a cabeça para olhar para ela, sorriu-me. Não era um sorriso maroto, era só um sorriso. Era bonita, a Margarida.

Continuou a masturbar-me e beijou os meus tomates, sem que a mão largasse a pila. Senti o quente da boca dela e vim-me com força. Toda a tensão, todo o stress, foi-se ali, naquele momento em que jorrava na minha barriga.

Sossego, silêncio. Durante um minuto, nenhum de nós se mexeu. Quando eu fiz o primeiro movimento, a Margarida levantou-se e trouxe-me uma toalha lavada. Enquanto eu me limpava, ela desapareceu.

Voltou a aparecer, alguns minutos depois, com um bule de chá na mão. E nua.

Margarida

Margarida, com um bule de chá. Nua.

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